quinta-feira, 24 de julho de 2008

II ENCONTRO A DISTÂNCIA - Reflexão do texto Repensando a avaliação - Turma 14

Leia o trecho retirado do texto de César Nunes:
[...] um grupo da Faculdade de Educação de Harvard acredita que o objetivo maior do ensino oferecido por ele deve ser o “Ensino para a Compreensão” (WISKE, 1998).
Para nós, educadores, quais são os objetivos de aprendizagem que temos em nossa disciplina? Será que já refletimos sobre o comportamento do aluno que compreende, total ou parcialmente, ou que não compreende o que estamos vivenciando com ele?
Reflita e socialize suas idéias neste ambiente.

10 comentários:

Juacylene disse...

Quando educadores de Harvard afirmam que o ensino oferecido deve ser o “Ensino para compreensão”, isso nos faz refletir sobre as práticas educativas inseridas em nossas escolas, que se encontra fragmentadas e não consegue acompanhar ou atender os verdadeiros objetivos da aprendizagem que é formar cidadões capazes de criar novas perspectivas, idéias, papéis, censo crítico, raciocínio lógico, compreensão, flexibilidade, habilidade, capacidade de pensar e resolver problemas que condizem com o processo de construção do conhecimento e desenvolvimento cognitivo e humano.
É relevante que o professor acompanhe o desenvolvimento do aluno durante todo o percurso educacional, com o escopo de avaliar o seu nível de compreensão e se as metodologias abordadas em cada assunto estão atingindo às metas propostas. Desde modo as práticas avaliativas estabelecidas pela a maioria dos estabelecimentos de ensino ainda não consegue atingir o feedback entre ensinar e aprender. Porquanto o ensino para compreensão possibilita uma dimensão ampla do saber, em que o aluno é instigado a superar conceitos pré-estabelecidos numa perspectiva de construir novas concepções no processo ensino-aprendizagem e conseqüentemente proporcionando um novo significado na prática de ensino.

Jorge disse...

Tenho difilculdades em entender esse texto, quanto ao alcance das palavras quando diz: "fazer os estudantes entenderem, fazer os alunos aprenderem". Isso porque só acredito em aprendizagem quando o participante faz com as próprias mãos seus trabalhos, ou seja faz sozinho. No entanto, olhando para os recursos computacionais, acredito que havera um maior envolvimento do estudante com objetivo proposto, ou seja temos no momento um excelente instrumento de ajuda no obetivo de se atingir o ensino-aprendizagem.

Geraldo Moisés de Andrade disse...

O modelo de avaliação adotado na escola brasileira está sendo bastantemente criticado por muitos educadores. Avaliação escolar vem se constituindo em um enorme problema há longa dadta e, desde sempre, vem excluindo a grande maioria da população do acesso ao saber.Estigmatiza a ignorância de alguns para melhor celebrar a excelência de outros. É ela que decide quem continuará estudando, o papel que desempenhará na sociedade, bem como quem entra no mercado de trabalho e quem ficano meio do caminho.
Porém, um grupo de educadores da Faculdade de Educação de Harvard acredita que o ensino oferecido por eles deve ser o " Ensino para a Compreensão, Quem compreende realmente algo pode pensar, criticar,raciocinar,criar, agir com flexibilidade e sentir a partir do que apredeu. É conseno, nos dias de hoje, que a escola precisa ensinar seus alunos a compreender e a pensar de modo que possam ser um cidadão consciente e bem sucedido nessa era de constante transformaçõese desenvolvimento tecnológicos.

Ana Maria disse...

Texto: Repensando a Avaliação (Cesar Nunes)

O texto ressalta a importância de se repensar a avaliação, pois a sobrevalorização de testes e exames, objetivos e dados quantitativos têm impedido a propagação de praticas educacionais que trabalham valores, competência e habilidades. Tal problemática, segundo o autor, não está no uso desse tipo de avaliação e si na falta de instrumentos que permitam a avaliação de dados mais qualitativos.
Assim, o autor defende a idéia de que com o uso de tecnologias, tem acontecido avanços promissores nos processos de avaliação. Como exemplo, o uso da tecnologia para avaliação da capacidade de resolver problemas , em que o autor explora algumas maneiras de se avaliar a capacidade de resolução, utilizando métodos propostos por alguns teóricos.
O autor defende também a idéia de que a tecnologia pode ser um instrumento valioso para que o professor possa trabalhar estratégias de pensamento, ou o desenvolvimento da meta cognação do aluno, preparando via softwere situações problemas de maneira que o aluno tome consciência de seus processos de pensamento e avalie seu progresso através de “feedbacks”.
O autor também sugere alguns instrumentos de avaliação para sala de aula, dentre eles o que tem sido cada vez mais utilizado no meio educacional, e são as rubricas instrucionais, que contem os critérios ou qualidades a serem avaliados sendo descritos os níveis de aprendizagem dos alunos.
Dessa forma, podemos perceber que os recursos tecnológicos podem auxiliar o processo de avaliação, no sentido de torná-la mais significativa para a aprendizagem do aluno, como também uma ferramenta de fundamental importância no aprimoramento e melhoramento das técnicas avaliativas.

Luiz Lopes disse...

O uso da tecnologia na escola atualmente é indispensável para que se tenha uma educação de qualidade. Logo, o professor que não se insere nessa metodologia, de certa forma, demonstra desvalorização e descompromisso com o processo de ensino-aprendizagem.
Um assunto que se acha intimamente ligado a esse é o processo de avaliação, pois, muitas vezes se perde todo um trabalho por não cuidar coerentemente desse assunto, ou por causa do modo tradicional e convencional que ainda predomina.
A avaliação deve ser vista como algo que incentive o processo de aprendizagem, pois percebemos que a nota em si, nem sempre representa aquilo que realmente aprendemos. Por esse motivo, é importante que seja realizado um feedback a fim de que as dificuldades e os avanços sejam percebidos.

Reginaldo Rêgo disse...

Não resta dúvida de que o avanço da tecnologia computadorizada com fins educativos oferecerá um progresso nas inovações avaliativas, onde os alunos absorve com maior entusiasmo diferentes formas de expor seus conhecimentos. Apesar de que os professores encontram dificuldades para avaliar com a introdução dessa nova tecnologia, mais permite ver com clareza que é uma forma viável de mudança para uma educação construtivista. Só nos resta superar as dificuldades e procurar ver com nitidez as diferentes elaborações de hipóteses e teorias feitas pelos alunos com essa inovação educativa.

Jonas Terceiro disse...

Na minha opinião este texto é um pouco complexo, pois trata da educação desde a criação dos parâmetros curriculares até a inseção das mídeas tecnológicas, mas tudo isso veio a somar para nossa prática de ensino-aprendizagem ,e tudo que vem para fortalecer é importante e deve ser absorvido na nossa profissão.

Kaio disse...

O processo de ensino-aprendizagem é bastante complexo no atual modelo de ensino aplicado em nossas escolas. Nos momentos no qual nós professores planejamos as atividades onde serão trabalhadas em sala de aula, nos deparamos com variáveis que dificultam alcançar os objetos dos conteúdos propostos pois,um obstáculo é saber como avaliar.
Sabemos que a pratica de avaliar nossos alunos tem-se considerado apenas o aspecto quantitativo, ou seja, exigimos dos nossos alunos o conhecimento mensurado através de testes e exames descontextualizados que visão a decoreba.Como "quebrar" esse método de avaliação?quais as ferramentas possíveis poderão serem utilizadas para possibilitar o desenvolvimento criativo e crítico do educando?
Na verdade é muito difícil avaliar nas condições de trabalho que nós professores temos, é fato a necessidade de repensar o modelo de avaliação que adotamos hoje, devemos observar que a tecnologia cresce em rítimo acelerado , então está na hora de rever nossos conceito no momento de elaborar e aplicar uma prova, qual o objetivo que queremos na aplicação de determinadas questões inadequadas a realidade.

Erivelton Matias disse...

A avaliação é um ato que requer sensibilidade e, sobretudo, reflexão. É uma prática que deve estar além do binário certo/errado, que despreza outros fatores significativos para a aprendizagem dos educandos.
com a inserção das novidades tecnológicas na escola, fica reforçada a necessidade de rever criticamente todo o universo de construção do conhecimento, priorizando a capacidade de resolver situações a que se expõem, ao longo da vida, os que buscam o desafio de aprender.

Disnelândia disse...

Atualmente, não há como pensar em uma educação que simplesmente passa informações, mas uma educação que deve conduzir o aluno a pensar, a analisar as informações, que se procura pensar em como os alunos pensão e aprendem, levando-se em consideração suas diferentes maneiras de aprender. Faz-se necessário repensar as formas de avaliação, deve-se buscar uma avaliação em que seu objetivo não seja apenas o de dar uma “nota” ou que avalie o aluno, mas que contribua para seu aprendizado. O uso da tecnologia pode contribuir nesse sentido, pois possibilitar ao aluno uma proximidade da realidade oferecendo a possibilidade de analisar, recomeçar, corrigir erros observando a melhor saída.